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30 mar // php the_time('Y') ?>
Esta Jornada foi realizada dia 29 de novembro de 2013, onde tem por função, trazer a realidade em outros escolas e campus, onde trocamos experiências com outros pibidianos dos IFES. Neste evento foram estimados aproximadamente 300 pessoas, onde todos apresentaram seus projetos e publicações realizadas nas escolas onde atuam, também são realizadas palestras e oficinas para que possamos ter novas experiências e ideias para estar trabalhando com os alunos e auxiliando a escola.
Olha o pessoal do CIEE, apresentando seu trabalho onde misturaram a música e a matemática, teve bastante cantoria…
Os Pibidianos Estevam e Sandro do Liceu apresentando a Gincana matemática
Nossa supervisora Anaêuza.
Os Pibidianos:
4 out // php the_time('Y') ?>
Este é o vídeo qm que o Donald, faz uma visita ao País da Matemática, espero que gostem, vale a pena assistir.
20 jul // php the_time('Y') ?>
Anaeuza de Fátima Calvi Machado
INTRODUÇÃO
O dinheiro é uma unidade de medida e um instrumento de troca e de reserva. Com a ampliação das trocas, as limitações do escambo tornaram necessário o uso do dinheiro.
O primeiro dinheiro no Brasil foi a moeda mercadoria. Assim durante muito tempo o comércio da terra foi feito por meio da troca de mercadoria, mesmo após a introdução da moeda de metal.
A moeda brasileira passou por várias mudanças, Brasil colônia, Império, após Independência e assim de acordo com as necessidades econômicas e políticas do país.
O DINHEIRO NO BRASIL
As primeiras moedas metálicas de ouro, prata e cobre chegaram com o inicio da colonização portuguesa. De acordo com o Banco Central do Brasil (2002, p.63), “Unidade Monetária de Portugal, o Real, foi usado no Brasil durante o período colonial, assim, tudo se contava em réis”.
De acordo com Enciclopédia Geral do Brasil (1999), a moeda se estabilizou com a produção cafeeira a partir de 1822. Com a invasão da Holanda no nordeste brasileiro foi realizada a primeira cunhagem de moedas em território nacional.
Vale ressaltar que com a abolição da escravatura o dinheiro se valorizou, pois, era necessária mão de obra no setor da indústria para o desenvolvimento capitalista no Brasil.
Segundo dados do Banco Central do Brasil (2012) no dia a dia, passou-se a usar mil-réis, múltiplo do real, como unidade monetária devido às seguidas desvalorizações. Com a desvalorização do dinheiro as crises econômicas continuaram, a partir daí o Governo Federal começou a ser responsável pela emissão do dinheiro. Portanto. Só em 1911 o dinheiro registrou alta no mercado internacional
Benton (2000, p.263) afirma que “só a partir do Estado Novo o Brasil começou a se recuperar. Isso se deu principalmente à política d defesa dos interesses cafeeiros, já que a demanda interna voltou-se mais uma vez ao produto nacional”.
Com a Ditadura no Brasil no ano de 1967 começou a circular o cruzeiro novo e em 1970 passou a ser apenas cruzeiro. Vale ressaltar que no período da Ditadura Militar o Brasil a dívida externa foi intensa, e com a Nova República em 1986 entrou em circulação no país o plano Cruzado.
Mas foi na década de 90, o Brasil passou por um período chamado de abertura comercial e econômica, com os problemas econômicos o governo reduziu a tarifa de importação, reestruturou as indústrias buscando uma economia voltada para o processo da globalização. Mas a partir de 1993 a moeda foi desvalorizada o cruzeiro passou a ser chamar cruzeiro real e em 1994, o real, até hoje em circulação, considerada moeda forte devido ao crescimento econômico do país.
Atualmente o real está valorizado, há muitos investimentos em torno da nossa economia, apesar de termos os mais altos impostos do mundo o país é reconhecido mundialmente como promissor para investimento. Diante da crise econômica de muitos países nossa moeda hoje não se desvalorizou, pois o Brasil é cobiçado por muitos investidores de Blocos Econômicos notáveis da economia mundial.
CONCLUSÃO
Ao longo da história, o dinheiro teve várias mudanças, essas acompanharam as transformações históricas, políticas e econômicas, pois o dinheiro é necessário para que haja crescimento de todos os setores em que a sociedade está inserida.
REFERÊNCIAS
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Disponivel em < HTTP://www.bcb.gov.br/Pre/PEF/PORT/publicacoes_dinheirobrasil.pdf>. Acesso em : 12 de janeiro, 2012.
BENTON, José. Enciclopédia de Cultura Geral. Rio de Janeiro: Barsa Planeta, 2000.
ENCICLOPÉDIA DE CULTURA GERAL. São Paulo: Formar, 1999.
20 dez // php the_time('Y') ?>
Olhe a invenção do 3ºM³ do EEEFM LICEU “Muniz Freire”.

Eles construíram este robô a partir de prismas, pirâmides, coloram alguns acessórios e principalmente grande parte do robô foi feito a partir de materiais recicláveis como litro descartável e papelão. Há! Teve um toque especial dos alunos também, vocês repararam que o nariz do robô é uma lâmpada? será que ela acende, olhem só:

Este é uma invenção bem construtiva do 3º M³, queremos parabenizá-los e lhes dar um “Feliz Natal!”.
14 dez // php the_time('Y') ?>
A matemática, essa benção divina para uns, e um monstro obscuro para outros, é certamente a mãe de todas as ciências exatas.
Números, cálculos, problemas matemáticos, equações, fórmulas e teoremas, tudo é como um organismo vivo, que permanece ramificado em todos os lugares. Esse organismo vive e sobrevive nas escolas, indústrias, fábricas, navios, plataformas, canteiros de obras, cozinhas de restaurantes, laboratórios, farmácias, escritórios, no comércio em geral.
Pode parecer pretensão, mas essa ciência é onipresente, ou seja, está presente em todos os lugares onde cálculos são feitos e a mente humana pensa.
Portanto, é certo que esse organismo nunca sucumbira, pois com a evolução tecnológica da humanidade (isso ocorre a uma velocidade impressionante que muitos não conseguem acompanhar) existe uma necessidade cada vez maior de profissionais que façam cálculos e equacionem dados, e isso é a mais pura matemática mista a outras ciências.
Por: Antônio Alfredo
Aluno do 3º ano do LICEU
Postado no sábado, 12 de novembro de 2011
14 dez // php the_time('Y') ?>
Mensagem retirada de do E-mail se Sandro Duarte, Autor desconhecido, esta é uma mensagem passada por e-mail para conscientização. Veja, muitos vão se lembrar destas palavras.
“VEJA O QUE JÔ SOARES FALA SOBRE O PROFESSOR… MUITO BOA
Verdade, verdadeira.
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
Se É jovem, não tem experiência.
Se É velho, está superado.
Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se Tem automóvel, chora de “barriga cheia’.
Se Fala em voz alta, vive gritando.
Se Fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um ‘caxias’..
Se Precisa faltar, é um ‘turista’.
Se Conversa com os outros professores, está ‘malhando’ os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a ‘língua’ do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu ‘mole’.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui,
agradeça a ele! “
Pessoal, dê muito valor a seus professores, são eles que lhes passam o conhecimento, parte da nossa educação é obtida a partir deles. Muitos escolhem ser “professor” por simples amor a essa profissão. Faça uma coisa boa por seu professor hoje, deem um belo parabéns a ele hoje, pois ele merece.
Feliz dia dos Professores!
Postado no sábado, 15 de outubro de 2011
14 dez // php the_time('Y') ?>
Quem se depara nos dias de hoje, com a tecnologia digital, com a internet, com a telefonia celular, não tem ideia de como tudo surgiu, como foram os primeiros contatos do homem com os números. De acordo com o desenvolvimento das necessidades humanas, surgiu a necessidade de contar. Como o pastor poderia saber se uma ovelha estaria faltando em seu rebanho?
As marcações das quantidades eram feitas com desenhos nas cavernas, em nós nas cordas, utilizavam-se pedrinhas, talhos em ossos, assim como outros mecanismo para marcar a quantidade. Assim urgiu a ideia de numeração.
Por ai, o leitor pode ter ideia de como o homem soube evoluir com esta ciência, com esta ideia matemática, a tal ponto que seguiu, descobrindo o universo infinito dos números. Ate que se chegou a conclusão de que a numeração é como o mundo, não tem fim.
Com o surgimento do comércio, o homem passou a aperfeiçoar a maneira de registrar as quantidades, de representá-las.
Os egípcios usavam símbolos familiarizados a eles. Estes símbolos eram chamados de hieróglifos. Os egípcios não usavam o símbolo ZERO (0). A utilização dos hieróglifos datam desde cerca de 3000 a.C. até 394 d.C.. Como se pode ver, foram milênios em que a humanidade se valeu destes símbolos ate hoje estudados, por curiosos. E pra onde foram os hieróglifos, leitor? Ora, estão escondidos nalgumas cavernas, lá da terra dos faraós.
Por aí se vê como os povos lidavam com a numeração. Os mesopotâmicos ou babilônios tinham outra maneira. Sua escrita era chamada e cuneiforme devido ao processo que eles utilizavam. Faziam desenhos em formas de cunhas nos barros, que eram secados no sol, assim como os outros povos, não tinham simbolo para o ZERO.
Gracas a expansão do Império Romano, ainda hoje usamos os algarismos romanos. Mesmo assim o ZERO é menosprezado.
O que aconteceu com os algarismos romanos? Ora, leitor, havia muita dificuldade para se efetuar cálculos com este sistema. Eis o motivo de seu abandono.
Quem descobriu o ZERO foram os Maias, ufa! Este povo utilizava três símbolos e um deles era o ZERO.
Porque o homem não foi ta afoito ao zero? Bem, demoraram a utiliza-lo como simbolo, achavam que não fosse preciso, mas depois que descobriram importância de sua utilização, a historia dos números mudou. Descobriram que o ZERO é muito mais forte do que o desprezo daqueles povos.
Mas grande equivoco esta nos algarismos arábicos. Quem lê nos livros esta denominação, imagina que foram descobertos pelos árabes. Ledo engano, leitor, ledo engano. Foram os indianos. Este sistema que o mundo usa nos dias de hoje, que chamamos de algarismo arábico foram criados pelos indianos.
Sim, mas por que então não os chamamos de “ALGARISMOS INDIANOS“ ao invés de “ARÁBICOS“? Acontece que quem os divulgo foram os árabes, passando a ideia de que foram seus criadores.
Dizem que os números não mentem, jamais!
Ledo engano, leitor! Ledo engano.
Autora: Anaêuza de Fátima Calvi Machado
Postado na quarta-feira, 14 de setembro de 2011
13 dez // php the_time('Y') ?>
Bem Vindos ao Novo Blog!
Estamos de visual novo, mas continuamos com o mesmo intento, promover pela rede todas as atividades realizadas pelos alunos do curso de Licenciatura em Matemática do IFES ,campus Cachoeiro de Itapemirim-ES, também chamados de PIBIDIANOS por estarem no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), que atuam na EEEFM LICEU “Muniz Freire”. Também estaremos trazendo nossas postagens do outro blog para o atual.
Espero que gostem!
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